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sobre mim:
Este blogue é uma homenagem a uma enorme história de amor... E honrá-la-emos devidamente!
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Ana Margarida, Inês Veiga, Mariana Lopes e Mariana Padrão |
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| Novo blogue |
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Queríamos melhorar a estética do nosso blogue e foi isso que fizemos. Toda a informação que aqui temos, está agora neste site: http://inesmulherainha.blogspot.com Visitem-nos ! |
escrito por Ana Margarida, Inês Veiga, Mariana Lopes e Mariana Padrão31-03-2009 23:06
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Chegaram ao fim algumas semanas de pesquisa, partilha, aprendizagem e divertimento. Ficou a vontade de saber mais sobre Inês e outras vítimas do amor. Foi com muito prazer que construímos este blogue que é uma homenagem a Inês de Castro. Esperamos que gostem e que aproveitem pelo menos uma das sugestões que damos e que se sentem à sombra de uma árvore a ler um dos livros, que aproveitem o tempo livre e visitem um dos sítios por onde Inês passou. E assim nos despedimos. Até ao próximo concurso! Viva o amor! |
escrito por Ana Margarida, Inês Veiga, Mariana Lopes e Mariana Padrão27-03-2009 23:59
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| Outros pares, os mesmos amores |
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E antes de terminar, deixamos algumas sugestões de outras leituras que também celebrizaram alguns pa res, reais, míticos ou idealizados: - Paulo e Virgínia de Bernardin de Saint-Pierre (Uma história de amor destruída por um naufrágio) - Rose e Jack (O famoso par do filme Titanic) - Teresa e Simão (O par do livro Amor de Perdição de Camilo Castelo Branco, cuja rivalidade entre famílias, grande amor, sofrimento e morte, faz deles o Romeu e Julieta portugueses) “A vida era bela, era, Simão, se a tivéssemos como tu ma pintavas nas tuas cartas, que li há pouco! Estou vendo a casinha que tu descrevias defronte de Coimbra, cercada de árvores, flores e aves. A tua imaginação passeava comigo às margens do Mondego, à hora pensativa do escurecer (…) Oh! Simão, de que céu tão lindo caímos! À hora que te escrevo, estás tu para entrar na nau dos degredados, e eu na sepultura. Que importa morrer, se não podemos jamais ter nesta vida a esperança de há três anos?!” (Excerto de uma carta de Teresa a Simão) - Eurico e Hermengarda (O par do livro Eurico o pres bítero de Alexandre Herculano) - Madalena e Manuel de Sousa Coutinho (O casal que na obra Frei Luís de Sousa de Almeida Garrett vê a sua vida destruída devido ao regresso do primeiro marido da dama que se julgava ter morrido na batalha de Alcácer Quibir) - Romeu e Julieta, de William Shakespeare - Laura e Petrarca (Um amor poético celebrizado pelos sonetos de Petrarca) 
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escrito por Ana Margarida, Inês Veiga, Mariana Lopes e Mariana Padrão27-03-2009 23:42
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| Quinta das Lágrimas |
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 Foi nesta quinta que há alguns século atrás, D. Inês e D. Pedro viveram a sua grande história de amor que ainda hoje é recordada. Conta a lenda que foi nesse local que a dama galega foi morta pelos três conselheiros de D. Afonso IV, pai de D. Pedro. O sangue que Inês derramou, dá cor às pedras de uma fonte, que nasceu devido a si.Bonita a fonte, bonita e fantástica a sua origem. Visitem este maravilhoso lugar! |
escrito por Ana Margarida, Inês Veiga, Mariana Lopes e Mariana Padrão27-03-2009 19:40
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| Os assassinos de Inês de Castro |
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 O espectáculo, sucesso de crítica em 2005, mostra a tortura e morte dos assassinos da amante do rei D. Pedro I de Portugal. A extrema violência da tortura, tratada com o máximo de realismo, convive com a poesia do texto em que se debate o indivíduo diante da História, as relações de poder, a morte e o amor. |
escrito por Ana Margarida, Inês Veiga, Mariana Lopes e Mariana Padrão26-03-2009 19:15
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| A culpa foi da Inês! |
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“A Companhia S.A.Marionetas - Teatro & Bonecos apresenta, pela primeira vez em teatro de marionetas, a vida trágica de D. Inês de Castro e D. Pedro I. O espectáculo abarca o período temporal com início no nascimento de D. Pedro I, retratando a universal tragédia romântica, numa perspectiva que procura equilibrar a vertente lendária com a história, mas também, recriar e reinventar o mito ao correlacioná-lo com as suas interpretações mais ou menos contemporâneas. O elenco conta com meia centena de marionetas.”
In: http://www.samarionetas.com |
escrito por Ana Margarida, Inês Veiga, Mariana Lopes e Mariana Padrão26-03-2009 18:53
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| A Grande Entrevista com... D. Inês de Castro |
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escrito por Ana Margarida, Inês Veiga, Mariana Lopes e Mariana Padrão26-03-2009 18:31
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| As entrevistadoras e a entrevistada |
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 Foi num jardim florido que Inês ressuscitou. E foi lá que foi entrevistada também. Observem o cenário e preparem-se para a grande entrevista, que deve estar aí a chegar. |
escrito por Ana Margarida, Inês Veiga, Mariana Lopes e Mariana Padrão24-03-2009 19:16
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| E a bela Inês... |
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 Inês de Castro num postal ilustrado de 1905 (pormenor) |
escrito por Ana Margarida, Inês Veiga, Mariana Lopes e Mariana Padrão08-03-2009 16:13
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| Poemas para a inocente Inês |
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Soneto de Inês
Dos olhos corre a água do Mondego os cabelos parecem os choupais Inês! Inês! Rainha sem sossego dum rei que por amor não pode mais.
Amor imenso que também é cego amor que torna os homens imortais. Inês! Inês! Distância a que não chego morta tão cedo por viver demais.
Os teus gestos são verdes os teus braços são gaivotas poisadas no regaço dum mar azul turquesa intemporal.
As andorinhas seguem os teus passos e tu morrendo com os olhos baços Inês! Inês! Inês de Portugal.
José Carlos Ary dos Santos
Inês de Castro Antes do fim do mundo despertar, Sem D. Pedro sentir, E dizer às donzelas que o luar É o oceano do amado que há-de vir...
E mostrar-lhes que o amor contrariado Triunfa até da própria sepultura: O amante, mais terno e apaixonado, Ergue a noiva caída à sua altura.
E pedir-lhes, depois, fidelidade humana Ao mito do poeta, à linda Inês... À eterna Julieta castelhana Do Romeu português. Miguel Torga, Poemas Ibéricos
Toldam-se os ares, Murcham-se as flores; Morrei, Amores, Que Inês morreu.
Mísero esposo, Desata o pranto, Que o teu encanto Já não é teu.
Sua alma pura Nos Céus se encerra;
Triste da Terra, Porque a perdeu.
Contra a cruenta Raiva íerina, Face divina Não lhe valeu.
Tem roto o seio Tesoiro oculto, Bárbaro insulto Se lhe atreveu.
De dor e espanto No carro de oiro O Númen loiro Desfaleceu.
Aves sinistras Aqui piaram Lobos uivaram, O chão tremeu. Toldam-se os ares, Murcham-se as flores: Morrei, Amores, Que Inês morreu.
Bocage, Cantata à Morte de Inês de Castro
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escrito por Ana Margarida, Inês Veiga, Mariana Lopes e Mariana Padrão08-03-2009 15:55
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| Página do diário de D. Pedro |
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 7 de Janeiro de 1355 Sinto uma saudade a corroer-me por dentro… Uma culpa a destruir-me o coração… Por ir a uma caçada, minha amada morreu e tudo o que escondemos e vivemos foi em vão… E eu sofro… O meu único consolo é saber que pelo menos tenho por quem sentir saudade!... Porque o maior dos sofrimentos é não ter por quem a sentir! Para mim, a minha amada ainda existe, embora me queiram convencer que não, que Inês de Castro não mais existirá! Que será de mim sem ela? O meu amor por ela ainda não desapareceu, mas ela, a minha amada, foi embora para sempre! E por isso nada mais sinto que a saudade, tudo o resto é um enorme vazio… Uma parte de mim esvoaçou para bem longe! Por isso, por eu a amar como nunca amei, vingarei a sua morte! E os carrascos irão sofrer mais que a minha linda amada! Não compreendo… Como a puderam assassinar? Quem pôde cometer tal crime? Só uma pessoa que passe pela vida e não viva!... Pelo menos ela, a minha senhora, o pouco tempo que viveu foi feliz e viveu todos os momentos bem agarrada à vida! Inês, perdoa-me a minha imaturidade… E perdoa-me não te ter protegido… Perdoa-me minha amada!... E eu para sempre sentirei o mesmo amor por ti!... A saudade continuará… Mesmo depois da tua morte vingar! (texto inspirado no poema de Pablo Neruda sobre a saudade) |
escrito por Ana Margarida, Inês Veiga, Mariana Lopes e Mariana Padrão07-03-2009 22:06
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| A Castro - António Ferreira (Séc. XVI) |
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Também António Ferreira não ficou indiferente a esta trágica morte. Nas suas palavras, tal como nas de Camões, a única culpa de Inês de Castro foi amar D. Pedro:
Esta é a mãe dos teus netos. Estes são Filhos daquele filho, que tanto amas. Esta é aquela coitada mulher fraca, Contra quem vens armado de crueza. (...) Que te posso querer, que tu não vejas?Pergunta-te a ti mesmo o que me fazes, A causa, que te move a tal rigor. Dou tua consciência em minha prova. S’os olhos de teu filho s’enganaram Com o que viram em mim, que culpa tenho? Paguei-lhe aquele amor com outro amor, Fraqueza costumada em todo estado. Se contra Deus pequei, contra ti não. Não soube defender-me, dei-me toda, Não a imigos teus, não a traidores. A que alguns segredos descobrisse Confiados em mim, mas a teu filho, Príncipe deste Reino. Vê que forças Podia eu ter contra tamanhas forças.
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escrito por Ana Margarida, Inês Veiga, Mariana Lopes e Mariana Padrão07-03-2009 20:08
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| Trovas à morte de Inês de Castro - Garcia de Resende (Séc. XVI) |
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 Neste livro D. Inês súplica ao rei que a poupe à morte e tenta persuadi-lo mostrando o sofrimento dos filhos que ficarão órfãos. Segundo Garcia de Resende, estas são suas palavras:
“Estes homens d’onde irão?” E tanto que perguntei, Soube logo que era el-Rei. Quando vi tão apressado, meu coração trespassado foi, que nunca mais falei. E quando vi que descia, Saí à porta da sala; Devinhando o que queria, Com grã choro e cortesia Lhe fiz ua triste fala. Meus filhos pus derredor De mim, com grã humildade; Mui cortada de temor, Lhe disse: “havei, Senhor, Desta triste, piedade! Não possa mais a paixão Que o que deveis fazer; Metei nisso bem a mão, Que é de fraco coração Sem porquê matar mulher; Quanto mais a mim, que dão Culpa não sendo razão, Por ser mãe dos inocentes Que ante vós estão presentes, Os quais vossa netos são. E têm tão pouca idade Que, se não forem criados De mim, só com saudade E sua grã orfandade, Morrerem desemparados. Olhe bem quanta crueza Fará nisto Vossa Alteza, E também, Senhor, olhai, Pois do príncipe sois pai, Não lhe deis tanta tristeza. |
escrito por Ana Margarida, Inês Veiga, Mariana Lopes e Mariana Padrão07-03-2009 20:00
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| Nos passos de Inês de Castro... |
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Próximo passo: Reconstituir os passos de Inês de Castro. Por onde passou? Monforte de Lemos, Albuquerque, Moledo, Canidelo, Coimbra e Alcobaça. Como a vêm hoje nesse lugar? Em Monforte de Lemos fala-se de uma mulher de grande beleza, que foi rainha depois de morrer. Pensa-se nela como uma monfortina ilustre que foi rainha de Portugal, a população acha que Inês de Castro em algum momento da sua infância esteve em Monforte. Em Albuquerque Inês é vista como uma festa de Verão, uma festa rija. Dizem que popular, popular, não se vê que seja em Portugal a história de Pedro e Inês. No castelo desta cidade, um funcionário da Oficina de Turismo dedica uma séria e antiga paixão ao amor de Pedro e Inês. Nesta cidade, Inês é também encarada como uma cavaleira de se lhe tirar o chapéu. Em Moledo, Canidelo e Coimbra Inês é vista como a perdição de D. Pedro. Dizem que ali o cenário é idílico, mas mais não é certo do que ter sido esta uma mata com ligação ao Convento onde foi degolada e sepultada Em Alcobaça ela é a mulher loura. Que ela tinha assim o cabelo, dizem as testemunhas da profanação de Alcobaça, nas invasões francesas. Os cabelos foram espalhados. Dizem também que ela tinha uma beleza lendária e que de facto pouco mais sabiam. Inês deixou as suas marcas pelas terras em que passou, mas embora as opiniões difiram nalgumas coisas todos afirmam que a beleza de Inês era inigualável. E quase se prova que sim. Nós acreditamos que sim!
Para respondermos a estas perguntas socorremo-nos de uma reportagem que se encontra na revista Pública de Fevereiro de 2005. |
escrito por Ana Margarida, Inês Veiga, Mariana Lopes e Mariana Padrão07-03-2009 19:51
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| As actrizes... |
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 Ufff... Não é fácil recuar tantos anos e chegar ao presente tão bem conservadas... Este teatro valeu o trabalho! Tantas gargalhadas que nos provocou, que belo dia passámos! Adorámos vestir aquelas vestes tão antigas e aqui nesta foto vemos o adorável D. Pedro I à esquerda, acompanhado de D. Inês de Castro que está no meio e seguida de D. Constança... O fotógrafo é EL-Rei D. Afonso IV, que aqui neste teatro fez a maior invenção da época, uma máquina fotográfica! Enfim, muito não há para dizer... Adorámos fazer este teatro, passámos muitos bons momentos e, por isso, este concurso já valeu a pena! Pouco é o tempo que ainda temos para ir ao passado e trazer novas informações para o nosso blogue! Vamos mas é ligar a máquina do tempo... |
escrito por Ana Margarida, Inês Veiga, Mariana Lopes e Mariana Padrão06-03-2009 19:18
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| Inês de Castro no Museu de Arte Antiga de Lisboa |
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O quadro neoclássico «Súplica de Inês de Castro», do pintor Vieira Portuense, está em exibição em Lisboa, no Museu Nacional de Arte Antiga.
Encontrado e identificado no ano passado em França, 143 anos depois de se lhe ter perdido o rasto no Brasil, foi adquirido pela Fundação Caixa Geral de Depósitos – Culturgest.O regresso a Portugal teve origem num acaso. Alguém, cuja identidade não foi revelada, viu em Paris o notável quadro do pintor português, nascido em 1765. Destinada a leilão, a pintura era atribuída a um autor espanhol. A intervenção do citado anónimo, conhecedor da obra de Vieira Portuense, permitiu reparar o erro. Visitem portanto este Museu para verem um quadro antiquíssimo onde está representada a súplica da bela Inês de Castro... Para mais informações consultar: http://viajar.clix.pt/noticias.php?id=3368&lg=pt |
escrito por Ana Margarida, Inês Veiga, Mariana Lopes e Mariana Padrão03-03-2009 18:53
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| Inês de Portugal - João Aguiar |
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 O livro “Inês De Portugal” de João Aguiar reconta passagens da vida de D. Inês com D. Pedro enquanto conta uma parte da História de Portugal, no reinado de D. Pedro. Ainda chorando a morte da sua amada, D. Pedro prometeu a seu pai, EL-REI D. Afonso IV, e também a seu povo que pouparia a vida dos três assassinos de D. Inês Pires de Castro. No entanto, passado algum tempo, quebrou a promessa e matou dois dos carrascos da sua amada, pois o terceiro, Diogo Lopes Pacheco, conseguiu fugir e refugiar-se em França. Quando D. Pedro subiu ao trono, mandou construir dois túmulos, um para ele e outro para a sua amada, fazendo-os levar para o mosteiro de Alcobaça, onde permanecem, e também ordenou que os colocassem frente a frente. Depois, D. Pedro mandou coroar D. Inês de Castro rainha de Portugal e fez com que o seu povo a adorasse. |
escrito por Ana Margarida, Inês Veiga, Mariana Lopes e Mariana Padrão03-03-2009 18:17
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| A carta que podia ter sido escrita a D. Afonso IV |
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Se tivéssemos vivido nesta época e este episódio nos tivesse chocado tanto como agora, talvez escrevêssemos uma carta como esta:
Coimbra, 21 de Dezembro de 1354 Digníssimo Rei D. Afonso IV: Com todo o respeito lhe escrevo para lhe pedir que não ceda às pressões deste povo cruel. Não execute D. Inês de Castro. Sei que ao senhor, El-Rei, não lhe agrada o facto de D. Inês e D. Pedro estarem juntos, mas repare que eles são felizes assim. Talvez o povo e toda a corte não percebam a grande história de amor que se esconde por trás de uma simples mulher e de D. Pedro. É claro que D. Pedro ainda sofre devido à morte da sua querida mulher, mas também é verdade que ele ama D. Inês e, se V. Excª a matar, D. Pedro ficará revoltado e destroçado, mais uma vez. Por vezes necessitamos de reflectir e eu confesso que reflecti e cheguei a uma conclusão, o digníssimo Rei é superior a Dona Inês e a Dom Pedro, mas não os pode destroçar apenas pelo poder. Temos de reflectir sobre a forma como actuamos para estarmos sempre livres de algum peso na nossa consciência, digo-lhe isto com todo o respeito, meu Rei. Peço-lhe então, fervorosamente, que poupe a vida da belíssima Inês e que deixe D. Pedro ser feliz o resto da vida.
Muito agradecidas, Mariana Lopes, Mariana Padrão, Ana Margarida e Inês Veiga. |
escrito por Ana Margarida, Inês Veiga, Mariana Lopes e Mariana Padrão02-03-2009 19:04
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| Passagens da vida de Inês e D. Pedro - Teatro |
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escrito por Ana Margarida, Inês Veiga, Mariana Lopes e Mariana Padrão01-03-2009 16:21
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| Para ti, Inês |
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Inês, mulher inocente Só por D. Pedro amares Perdeste a vida de repente. Muitas lágrimas fizeste chorar A teu amado, que te jurou vingar. E a voz do povo cruel Que considerava indecente A tua história de amor fiel Tornou o rei inclemente E fechou teus olhos de mel. |
escrito por Ana Margarida, Inês Veiga, Mariana Lopes e Mariana Padrão25-02-2009 12:45
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